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Empresários reuniram-se para promover o intercâmbio empresarial

 

I Congresso Nacional de Empresários Portugueses (CNEP) No passado fim-de-semana, nos dias 15 e 16 de Setembro, decorreu o I Congresso Nacional de Empresários Portugueses (CNEP) em Cabeceiras de Basto. O CNEP contou com a participação de diversos empresários de diferentes sectores de atividade e representantes de instituições de ensino, de investigação, de associações empresariais, de associações humanitárias e de autarquias, tendo como objetivo o debate e a partilha de iniciativas no âmbito dos temas em debate: ‘o intercâmbio empresarial como necessidade presente para uma solução futura’; ‘sociedade, comunidade, coletividade e o sector empresarial’; ‘o crescimento empresarial com base nas convergências e sinergias com o Estado’; ‘integração da política europeia com a inovação, a competitividade e o mercado globalizado’; ‘os ensinamentos e aprendizagens do passado para caminhos do futuro’. Além de promover o debate e a partilha de iniciativas entre os presentes, o I Congresso Nacional do Empresários Portugueses integrou uma plataforma de networking onde os participantes tiveram a oportunidade de estabelecer contactos informais, assim como a possibilidade de interação com a organização do debate e os oradores convidados. O I Congresso Nacional de Empresários Portugueses refletiu sobre a importância do intercâmbio empresarial, assim como sobre o elevado interesse nacional da comunhão de sinergias entre empresas, empresários e entidades com responsabilidade económica e administrativa. José Mendes, organizador e representante da entidade Tango-Consultadoria Turística, Eventos e Convenções, Lda., avalia positivamente as conclusões deste evento. Considera que a partilha do conhecimento é prestigiante e constitui-se como um meio prático de despertar o potencial de inovação. Valoriza as ideias inovadoras, pois permite uma competitividade sustentada, num ambiente cada vez mais dinâmico. Criar algo novo não é exclusivo de um individuo isolado, mas uma oportunidade para todos poderem participar, em rede, e assumir uma filosofia de partilha. “As empresas do grupo Hicon continuam empenhadas na investigação e na inovação tecnológica, em Portugal e no Brasil, alinhadas na matriz estratégica definida pelos dois acionistas, José Mendes Martins e Madalena Vaz, e no planeamento da administração, orientada para a inovação, para uma competitividade sustentada, num contexto de globalização, dando relevo à lusofonia. Para Portugal, defendemos reestruturações profundas em alguns setores vitais da economia, como o setor financeiro, em especial a banca. Esta, num curto espaço de tempo, tem de reduzir em mais de 60% o seu quadro e reorganizar-se de forma a ser sustentável, sem cobrar as taxas penalizadoras aos agentes económicos sobre os serviços prestados, dando disponibilidade à capitalização e ao investimento, libertando o estado da obrigação de criar incentivos às empresas, com recurso a cortes, principalmente oriundos dos indivíduos que alimentam o comércio através do consumo de produtos e serviços”. Refere ainda, “presenciámos uma iniciativa com êxito e desejando a todos, em nome da organização, o maior proveito desta partilha. Este congresso demonstrou que é importante acreditar e, pelas indicações que temos recebido, vamos reunir a equipa do CNEP para trabalharmos desde já para o II Congresso”.